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Engenheiro agrônomo da Epagri fala sobre o troca-troca de calcário em Riqueza

Segundo Amaral, o produtor pode fazer o seu pedido de calcário até o final de maio, apresentando uma análise do solo de sua propriedade ou lavoura

Riqueza - 01/04/2021 10:55 (atualizado em 01/04/2021 11:07)
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Em entrevista à reportagem da TV Expresso na quarta-feira, dia 31 de março, o engenheiro agrônomo, Luiz Carlos Jornada Do Amaral, comentou sobre o programa troca-troca de calcário, que vem sendo realizado pela Epagri de Riqueza.

Conforme o engenheiro agrônomo, o programa troca-troca de calcário inicia no mês de fevereiro, e vai aproximadamente até o mês de junho. “O calcário é importante para o melhoramento do sistema radicular, ele vai neutralizar a acidez do solo. Essa acidez impede muitas vezes que o sistema radicular de milho, soja, gramíneas, se desenvolva e cresça. Com essa acidez neutralizada, o sistema radicular melhora na absorção de água, nutrientes, e também melhora na absorção da adubação”, explica.

Segundo Amaral, os produtores interessados em participar do programa, devem apresentar uma análise de solo. “Os produtores devem fazer uma foto, que mostre como está de sua propriedade, ou lavoura nesse momento”, relata.

De acordo com o agrônomo, após a análise, é recomendado ao produtor que tipo de calcário ele precisa, e a quantidade que vai ser colocado. “Após essas recomendações, o produtor vai até o fornecedor do calcário para os tramites finais”, ressalta.

Ainda segundo Amaral, no município de Riqueza o calcário mais utilizado é o dolomítico. “Se for usado esse calcário, o produtor pagará o valor de duas sacas e meia de milho no valor de R$ 34,00 cada saca. Lembrando que, o produtor tem até o final de maio para fazer o seu pedido de calcário”, finaliza.


Foto: TV Expresso - Engenheiro agrônomo, Luiz Carlos Jornada Do Amaral.
Fonte: Redação jornal Expresso d'Oeste
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